terça-feira, 3 de maio de 2011

“O desafio de conviver com as diferenças”



       Na sociedade diversificada em que vivemos, aceitar as particularidades de cada individuo não é uma tarefa fácil. Não se pode julgar alguém, que tem receio de se deparar com um homem sem camisa, e tatuado numa rua deserta. O preconceito é eminente, e o maior culpado é a própria sociedade, que tem o mau costume de rotular as pessoas.

      Padrões são criados a cada dia, influenciando pessoas com um grau de conhecimento de mundo restrito. Quem pode afirmar que magreza é sinônimo de beleza? Mesmo sem fundamento milhares de jovens morrem de bulimia por ano. Não podemos afirmar que vivemos em país de todos, quando um deficiente físico tem o seu direito e ir e vir negado. É preciso compreender que somos todos iguais nas diferenças.

       Quem pode afirmar que é melhor que o outro? Quem tem o direito de negar socorro a alguém por que a cor da pele é diferente da sua? Quem pode tirar a vida de uma pessoa por simplesmente não aceitar o modo de vida dela? São perguntas pertinentes e com uma única solução, tolerância.

       Aceitar o modo de vida do outro não é uma escolha, é uma obrigação, um dever. Ninguém é dono da verdade, as diferenças existem e são necessárias. O mundo não pode ser constituído de pensamentos iguais, o mundo tem que ser visto de maneira plural. Aceitar a diversidade e aprender a conviver com o novo, é um principio básico para a vida em sociedade.