terça-feira, 3 de maio de 2011

“O desafio de conviver com as diferenças”



       Na sociedade diversificada em que vivemos, aceitar as particularidades de cada individuo não é uma tarefa fácil. Não se pode julgar alguém, que tem receio de se deparar com um homem sem camisa, e tatuado numa rua deserta. O preconceito é eminente, e o maior culpado é a própria sociedade, que tem o mau costume de rotular as pessoas.

      Padrões são criados a cada dia, influenciando pessoas com um grau de conhecimento de mundo restrito. Quem pode afirmar que magreza é sinônimo de beleza? Mesmo sem fundamento milhares de jovens morrem de bulimia por ano. Não podemos afirmar que vivemos em país de todos, quando um deficiente físico tem o seu direito e ir e vir negado. É preciso compreender que somos todos iguais nas diferenças.

       Quem pode afirmar que é melhor que o outro? Quem tem o direito de negar socorro a alguém por que a cor da pele é diferente da sua? Quem pode tirar a vida de uma pessoa por simplesmente não aceitar o modo de vida dela? São perguntas pertinentes e com uma única solução, tolerância.

       Aceitar o modo de vida do outro não é uma escolha, é uma obrigação, um dever. Ninguém é dono da verdade, as diferenças existem e são necessárias. O mundo não pode ser constituído de pensamentos iguais, o mundo tem que ser visto de maneira plural. Aceitar a diversidade e aprender a conviver com o novo, é um principio básico para a vida em sociedade.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Um Princípio de Poucos

        

       Não é preciso andar muito pra se deparar com falta de respeito, corrupção política, má fé. É cada dia mais comum esse tipo de situação, e por incrível que pareça, já faz parte do nosso cotidiano. Por que é tão difícil agir com ética?
        A mídia é clara, somos uma nação desonesta. Boa parte das noticias vinculados pelos meios de comunicação deixam isso claro. E o pior, a impressão que se tem é que gostamos desse rotulo, afinal,  não fazemos nada pra altera-lo. Temos consciência das corrupções e muitas vezes tentamos esconde-las pra nós mesmo, e acabamos por eleger políticos de índole duvidosa.
       Não pense que isso é exclusividade dos políticos, parar numa vaga para deficientes físicos, fingir uma gravidez para ser atendido com prioridade, é falta de compromisso ético com a sociedade. Temos um discurso ético, correto, mas quando nos viram as costas mudamos completamente, afinal de contas, ninguém está vendo mesmo. Temos que acabar com essa hipocrisia que reina sobre nós, devemos ser condizentes com o que dizemos.
      É visível que se continuarmos com atitudes  erradas, e o pior, conscientes um Brasil ético é uma utopia. Os pais devem criar seus filhos com princípios pautados na ética e na moral, uma criança bem educada hoje é o adulto honesto de amanhã. Vamos fazer valer a nossa opinião, 
para que esse sonho se torne possível.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011





Pois bem, eu criei esse blog com o intuito de "aperfeiçoar" minhas argumentações, com o pensando no vestibular e nas enumeras cadeiras de redação que vou ter no curso de publicidade. Como esse ano ele (o vestibular) finalmente chegou, quero me dedicar totalmente (com isso, não terei mais tempo de vir postar). Por isso, estou desativando hoje o Quase Ninguém Viu, isso  não que dizer que eu não possa vir aqui uma vez ou outro comentar algo interessante ou falar o que estou sentindo, mas é obviu que o número de posts vão diminuir significativamente (mas, sempre que der saudade eu volto). Amanhã começam as aulas (o começo do fim) pra falar a verdade não estou triste só pelo fim das férias, estou triste por esse ser meu último ano no colegial (tenso). Mas, como eu sempre digo tudo tem um fim e temos que olhar pra ele com orgulho, tendo a consciência de dever cumprido, e bola pra frente. Espero muito passar na UFPE, quero voltar em dois mil e doze com boas notícias, ah! E careca. Enfim..! É isso. 

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011



         
          Diferentemente dos últimos post, hoje eu posso afirmar que não estou nem um pouco feliz com o que fiz. Conversei muito e pensei bastante em tudo que aconteceu, hoje posso dizer que me arrependo sim, da burrada que fiz. É sobre isso que pretendo falar, como é difícil assumir um erro, confessar não só para os outros mas pra si mesmo que está errado. As coisas pioram quando essa  falha não implica apenas na sua vida, mas na de outras pessoas (isso não é legal, experiência própria). Como dói saber que terceiros estão sofrendo nesse momento por uma coisa que muitas vezes você poderia ter evitado (coisas tão pequenas que nem valem a pena, mas no calor do momento viram caso de vida ou morte). Agradeço por ter pessoas que se importam comigo e que nesses momentos dão o "tapa" que preciso, jogando um balde de realidade na minha cara. Mas, entender que errou e se arrepender não faz com que as consequencias dos seus atos desapareçam, elas viram e você deve as encarar de peito aberto com a certeza que está fazendo o certo (mesmo que o certo não lhe seja tão atraente).

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

        
         
“Jesus levantou-se e disse-lhes: Aquele que nunca pecou atire-lhe a primeira pedra. Ao ouvirem estas palavras foram saindo dali um a um… Jesus levantou-se e perguntou-lhe: Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou? Ninguém, Senhor! Respondeu ela. Também eu não te condeno- disse Jesus. Vai e não tornes a pecar.” Jo 8, 1-11  É quase uma hora da manhã, já estava indo dormir quando resolvi vir aqui "desabafar". Tenho feito umas coisas erradas nesses últimos dias, e tenho certeza de que consequencias viram (não muito boas). Acredite, um dia a conta de tudo que você fez de errado chega, e ela é implacável (não a maneira de fugir dela). Pra falar a verdade não me arrependo do que tenho feito (ou não), faria tudo de novo, mesmo isso me deixando um pouco pra baixo as vezes (acho que gosto do frio na barriga que o errado carrega com si). Estava me lembrando do culto de domingo sobre "ser santo/separado" desejo não me falta, mas quem disse que mexo uma palha pra que isso aconteça? Parece que eu gosto do errado, do proibido, pena que o resultado desse amontoado de erros não terá a mesma emoção de fazer o errado, e nem a satisfação de descobrir que nada é impossível, que regras não existem. Mas eu não vou desistir, acredito que ainda chegará o dia que eu olharei pra o inferno e optarei pelo céu.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011



      O tempo passou rápido, semana que vem começam as aulas (último ano escolar) como se é de esperar não estou nem um pouco animado com essa ideia de end of summer. Mas deixando a "tristeza/preguiça" de lado, estou muito feliz com as férias que tive, gostaria de agradecer as pessoas que fizeram desse mês um período maravilhoso. Foi bom aproveitar esses dias com todos, que esse ano passe voando assim como que se foi, quero logo novas férias e mais histórias pra contar! Esse ano tem vestibular (fim da minha vida social) quero me dedicar exclusivamente ao estudos nesse mês que se inicia até o fim de dois mil e onze, sei que não será fácil mas tenho consciência que é indispensável. Quero muito no começo do ano que vem ter uma boa notícia, a minha aprovação em uma faculdade pública. Ah! não só a minha  mas a da galera toda (é impossível ser feliz sozinho).

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

                                                         by Lucas Mendes
      
       "Que tudo era pra sempre sem saber que o pra sempre sempre acaba" O bom do fim de ano é isso, a tristeza (ou não) de um ano que se vai e a alegria de um novo ano, opostos que acontece simultâneamente. Uma coisa que eu venho percebendo já tem algum um tempo é que com o passar dos anos, o relógio deixou de andar, ela agora corre e com uma  rapidez que deixa o Usain Bolt, no chão. O que me entristece é que isso só tende a aumentar como o passar do tempo e com a correria da vida moderna, trezentos e sessenta e cindo dias não serão mais suficientes. Dois mil e onze será um ano decisivo, não só pra mim, mas o futuro de muitos jovens dependem dele, uma coisa meio ou vai ou racha. Não será um ano de diversão, será uma batalha comigo mesmo. Ainda bem que tenho a compreensão que o tempo passa, e por isso mesmo não deixo o medo ou a preocupação estragarem meus dias. Vivo cada dia como se fosse o último, até por que ele não deixa de ser, um dia que vai pra nunca mais voltar. Vamos fazer um dois mil e onze diferente, olhando para as pessoas com mais amor, carinho, vamos lutar pela paz, que tal colocar em prática o que Jesus nós ensinou? "Amareis o vosso próximo como a vós mesmos" não é tão difícil, basta parar de pensar no seu umbigo e perceber que pessoas precisam de você, hoje eu estou por baixo, mas quem garante que amanhã não será você? Procure um novo amor, faça novos amigos, se reconcilie com a sua família, peça perdão, se permita perdoar. Pare de existir, passe a viver.